São Francisco Xavier, grande santo missionário

O coração de São Francisco foi cedendo ao amor de Jesus, o resultado se vê no fato de ter se tornado cofundador da Companhia de Jesus

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A Igreja que na sua essência é missionária, teve no século XV e XVI um grande impulso do Espírito Santo para evangelizar a América e o Oriente. No Oriente, São Francisco Xavier destacou-se com uma santidade que o levou a ousadia de fundar várias missões, a ponto de ser conhecido como “São Paulo do Oriente”. Francisco nasceu no castelo de Xavier, na Espanha, a 7 de abril de 1506, sofreu com a guerra, onde aprendeu a nobreza e a valentia; com dezoito anos foi para Paris estudar, tornando-se doutor e professor.

Vaidoso e ambicioso, buscava a glória de si até conhecer Inácio de Loyola, com quem fez amizade; e que sempre repetia ao novo amigo: “Francisco, que adianta o homem ganhar o mundo inteiro se perder a sua alma?”Com o tempo, e intercessão de Inácio, o coração de Francisco foi cedendo ao amor de Jesus, até que entrou no verdadeiro processo de conversão; o resultado se vê no fato de ter se tornado cofundador da Companhia de Jesus.

Já como Padre, e empenhado no caminho da santidade, São Francisco Xavier foi designado por Inácio a ir em missão para o Oriente. Na Índia, fez frutuoso trabalho de evangelização que abrangeu todas as classes e idades, ao avançar para o Japão, submeteu-se em aprender a língua e os seus costumes, a fim de anunciar um Cristo encarnado. Ambicionando a China para Cristo, pôs-se a caminho, mas em uma ilha frente a sua nova missão, veio a falecer por causa da forte febre e cansaço.

Esse grande santo missionário entrou no Céu com quarenta e seis anos, e percorreu grandes distâncias para anunciar o Evangelho, tanto assim que se colocássemos em uma linha suas viagens, daríamos três vezes a volta na Terra. São Francisco Xavier, com dez anos de apostolado, tornou-se merecidamente o Patrono Universal das Missões ao lado de Santa Teresinha do Menino Jesus.

São Francisco Xavier, rogai por nós!

Fonte: http://santo.cancaonova.com/santo/sao-francisco-xavier-grande-santo-missionario/

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Com o aplicativo oficial o jovem sarado ou qualquer pessoa contará com uma ferramenta que facilitará o cumprimento das 5 pedrinhas (Eucaristia, Leitura da Bíblia, Terço, Confissão e Penitência). Você terá acesso a um acervo de artigos para formação católica, liturgia diária, pedido de oração, vídeos e muito conteúdo de espiritualidade cristã.

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Entendendo o ano litúrgico.

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O Ano Litúrgico é o “calendário religioso”. Por ele, o povo cristão revive anualmente todo o Mistério da Salvação centrado na Pessoa de Jesus, o Messias. O Ano Litúrgico contém as datas dos acontecimentos da História da Salvação; contudo, não coincide com o ano civil, que começa no dia primeiro de janeiro e termina no dia 31 de dezembro.

O Ano Litúrgico, por sua vez, começa com o Primeiro Domingo do Advento e termina na última semana do Tempo Comum, onde se celebra a solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo ( Cristo Rei). Em outras palavras, ele começa e termina quatro semanas antes do Natal, cumprindo sempre três ciclos: A, B,e C. No Ano (ou ciclo) A, predomina a leitura do Evangelho de São Mateus; no Ano (ou ciclo) B, predomina a leitura do Evangelho de São Marcos e no Ano(ou ciclo) C, predomina a leitura do Evangelho de São Lucas. O Ano Litúrgico é composto de diversos “tempos litúrgicos” e sua estrutura é a seguinte:

Tempo do Advento
Tempo do Natal
Tempo Comum ( Primeira parte )
Tempo da Quaresma
Tríduo Pascal
Tempo Pascal
Tempo Comum

Tempo do Advento

Início: Primeiro Domingo do Avento

Término: 24 de dezembro, à tarde

Esse tempo é dividido em duas partes: do início até o dia 16 de dezembro, a Igreja se volta para a segunda vinda do Salvador, que vai acontecer no fim dos tempos. A partir do dia 17 até o final, a Igreja se volta para a primeira vinda do Salvador, que se encarnou no ventre de Maria e nasceu na pobre gruta de Belém.

Duração do tempo: quatro semanas

Espiritualidade: esperança

Ensinamento: anúncio da vinda do Messias

Cor: Roxa

O terceiro Domingo é chamado Domingo “Gaudete”, ou seja, Domingo da alegria. Essa alegria é por causa do Natal que se aproxima. Nesse dia, pode-se usar cor-de-rosa. É uma cor mais suave.

Personagens bíblicos mais lembrados nesse tempo: Isaías, João Batista e Maria.

O Símbolo mais comum desse Tempo é a Coroa do Advento, com quatro velas a serem acesas a cada Domingo.

Outras anotações: usa-se instrumentos musicais e ornamenta-se o altar com flores; porém, com moderação. A recitação do Hino de Louvor (“Glória a Deus nas alturas”) é omitida.

Tempo de Natal

Início: 25 de dezembro

Toda semana seguinte a esse dia é chamada Oitava de Páscoa. São dias tão solenes quanto o dia 25.

No primeiro Domingo após o dia 25 de dezembro, celebra-se a Festa da Sagrada Família; porém, quando o Natal do Senhor ocorrer no Domingo, a Festa da Sagrada Família se celebra no dia 30 de dezembro.

No dia 01 de Janeiro, celebra-se a Solenidade da Santa Maria, Mãe de Deus.

No segundo domingo depois do Natal (entre 2 e 8 de janeiro), celebra-se a Solenidade da Epifania do Senhor.

No domingo seguinte à Epifania ocorrer no Domingo 7 ou 8 janeiro, a Festa do Batismo do Senhor  é celebrada na segunda-feira seguinte.

O Tempo do Natal termina com a Festa do Batismo do Senhor.

Cor: Branco

Espiritualidade: Fé, alegria, acolhimento

Ensinamento: O Filho de Deus se fez Homem

Símbolos: presépio; luzes

Tempo Comum (Primeira Parte)

Início: primeiro dia logo após a Festa do Batismo do Senhor

O Tempo Comum é interrompido pela Quaresma. Com isso, essa primeira parte vai até a Terça-feira de Carnaval, pois na Quarta-feira de Cinzas já começa o Tempo da Quaresma.

Cor: Verde

Espiritualidade do Tempo Comum: Escuta da Palavra de Deus.

Ensinamento: Anúncio do Reino de Deus

Tempo da Quaresma

Início : Quarta-feira de Cinzas

Término: Quinta-feira Santa de manhã

Espiritualidade: Penitência e conversão

Ensinamento: A Misericórdia de Deus

Cor: Roxa

O quarto Domingo é chamado “Laetare”, ou seja, Domingo da Alegria. Semelhante ao terceiro Domingo do Advento, o quarto da Quaresma também é caracterizado pela alegria da Páscoa que se aproxima. Nesse dia, também pode-se usar paramento cor-de-rosa, que é uma cor mais suave.

O sexto Domingo da Quaresma é Domingo de Ramos na Paixão do Senhor. Nesse dia, a cor Vermelha. Também nesse dia, inicia-se a Semana Santa.

Observações para o Tempo da Quaresma: excetuando o Domingo “Laetare” ( Alegria), não se ornamenta o altar com flores e o toque de instrumentos musicais é só para sustentar o canto. Durante todo o Tempo, omite-se o Aleluia, bem como também o Hino de Louvor.

Tríduo Pascal

Terminado a Quaresma na Quinta-feira Santa de manhã, a partir da tarde desse dia, começa o Tríduo Pascal: Quinta-feira Santa; Sexta-feira Santa e Sábado Santo.

Na Quinta-feira, à tarde, celebra-se a Missa da Ceia do Senhor e Lava-pés. A cor do paramento é Branca. Trata-se de uma Missa solene e deve-se ornamentar o altar com flores. Ao final da Celebração é feito o translado do Santíssimo Sacramento.

Na Sexta-feira Santa, celebra-se a Ação Litúrgica da Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo. Essa celebração não é Missa. A cor é vermelha.

No Sábado Santo, à noite, celebra-se a Vigília Pascal, mãe de todas as vigílias.

Tempo Pascal

Início: Primeiro Domingo da Páscoa

Toda a semana seguinte a esse dia é chamada Oitava de Páscoa. São dias tão solenes quanto àquele primeiro Domingo.

No sétimo Domingo da Páscoa, celebra-se a Solenidade da Ascensão do Senhor.

O Tempo Pascal termina com a Solenidade de Pentecostes

Espiritualidade do Tempo Pascal: Alegria em Cristo Ressuscitado.

Ensinamento: Ressurreição e vida.

Cor: Branca

Tempo Comum (Segunda Parte)

O Tempo Comum que havia sido interrompido pela Quaresma, reinicia na Segunda-feira após a solenidade de Pentecostes. No Domingo seguinte, celebra-se a Solenidade da Santíssima Trindade. Nesse dia, a cor é Branca.

Na Quinta-feira após o Domingo da Santíssima Trindade, celebra-se a Solenidade do Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo ( “Corpus Christi”).

A duração do Tempo Comum, contanto desde a primeira parte, é de 34 semanas. Na 34a semana, mais especificamente na véspera do Primeiro Domingo do Tempo do Advento, termina o Tempo Comum e, consequentemente termina aquele Ano Litúrgico, devendo, portanto, iniciar o outro como primeiro Domingo do Tempo do Advento.

O Tempo Comum também é chamado “Tempo Durante o Ano”.

As Cores do Ano Litúrgico

Leia mais:Ano LitúrgicoComo a liturgia é ação simbólica, também as cores nela exercem um papel de vital importância, respeitada a cultura de nosso povo, os costumes e a tradição. Assim, é conveniente que se dê aqui a cor dos tempos litúrgicos e das festas. A cor diz respeito aos paramentos do celebrante, à toalha do altar e do ambão e a outros símbolos litúrgicos da celebração.

Vejamos em qual tempo litúrgico são usadas e qual o seu sentido:

Cor roxa

Usa-se: No Advento, na Quaresma, na Semana Santa (até Quinta-Feira Santa de manhã), e na celebração de Finados, como também nas exéquias.

Cor branca

Usa-se: Na solenidade do Natal, no Tempo do Natal, na Quinta-Feira Santa, na Vigília Pascal do Sábado Santo, nas festas do Senhor e na celebração dos santos. Também no Tempo Pascal é predominante a cor branca.

Cor vermelha

Usa-se: No Domingo da Paixão e de Ramos, na Sexta-Feira da Paixão, no Domingo de Pentecostes e na celebração dos mártires, apóstolos e evangelistas.

Cor rosa

Pode-se usar: No terceiro Domingo do Advento (chamado “Gaudete”) e no quarto Domingo da Quaresma chamado “Laetare”). Esses dois domingos são classificados, na liturgia, de “domingos da alegria”, por causa do tom jubiloso de seus textos.

Cor preta

Pode-se usar na celebração de Finados

Cor verde

Usa-se: Em todo o Tempo Comum, exceto nas festas do Senhor nele celebradas, quando a cor litúrgica é o branco.

Cor dourada

É usado nas grandes solenidades do Ano Litúrgico como Páscoa, Natal, Ordenações…
Pouco usado hoje em dia.
É a cor das grandes solenidades e grandes festas litúrgicas.
Em muitos casos substitui as demais cores, assim como o branco.

As diferentes cores das vestes litúrgicas visam manifestar externamente o caráter dos mistérios celebrados, e também a consciência de uma vida cristã que progride com o desenrolar do ano litúrgico. No princípio havia uma certa preferência pelo branco. Não existiam ainda as chamadas “cores litúrgicas”.

Estas cores foram fixadas em Roma no século XII. Em pouco tempo os cristãos do mundo inteiro aderiram a este costume.

Nota explicativa: Se uma festa ou solenidade tomar o lugar da celebração do tempo litúrgico, usa-se então a cor litúrgica da festa ou solenidade. Exemplo: em 8 de dezembro, celebra-se a Solenidade da Imaculada Conceição. Neste caso, a cor litúrgica é então o branco, e não o roxo do Advento. Este mesmo critério é aplicável para a celebração dos dias de semana.

Fontes

Adam, Adolf, O Ano Litúrgico, São Paulo, Paulinas 1982; Paróquia Cristo Rei.

Salve o Matrimônio!

O papa Francisco alertou, neste sábado, sobre uma “guerra global” contra o casamento tradicional e a família, dizendo que ambos estão sob ataque pela teoria de gênero e o divórcio.
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“Hoje em dia, há uma guerra global para destruir o casamento”, disse Francisco. “Não com armas, mas com ideias… temos que nos defender da colonização ideológica.”
O papa usou a frase “colonização ideológica” no passado para denunciar o que ele afirma ser tentativas de países ricos de associar auxílio de desenvolvimento à aceitação de políticas sociais como a permissão de casamentos homossexuais e contraceptivos.
Francisco, que tem aceitado mais os homossexuais do que seus predecessores, mas se opõe ao casamento gay, também parecia estar se referindo a isso quando disse que o “casamento é a coisa mais bonita que Deus criou”, acrescentando que a Bíblia diz que Deus criou a mulher e o homem para se tornarem uma só carne.
Na mesma resposta, ele disse que a aceitação cada vez maior do divórcio era outra ameaça à família.
Fonte: G1.

Aos combatentes que dedicam a vida lutando para estabelecer no mundo o reinado de Nosso Senhor Jesus Cristo, sob o comando da Soberana Senhora.

Caríssimos,

A celebração dos 300 anos de São Luís de Montfort , (1716 – 2016) e dos 100 anos das aparições de Fátima  (1917 –2017) se nos apresenta como ocasião e meio privilegiado para cumprirmos a missão de estender no mundo o reinado de Jesus Cristo por meio da propagação da Total Consagração à Santíssima Virgem.

A profecia deve se cumprir… E para tal, devemos fazer a nossa parte e dar tudo o que há de melhor em nós. Nossa vida não deve ser preciosa aos nossos olhos, não devemos nos poupar. Devemos gastar minuto após minuto, os nossos esforços, suores e lágrimas, para levar todos quantos for possível ao refúgio do Imaculado Coração de Nossa Mãe Santíssima. O grande desejo do coração de Jesus é salvar o seu povo; para isso Ele veio ao mundo; por isso Ele morreu na cruz; para isso Ele instituiu os sacramentos e fundou a Santa Igreja.

A Total Consagração à Santíssima Virgem leva não apenas à santificação daqueles que a fazem e se esforçam por vivenciá-la, mas beneficia a muitos outros que são salvos graças aos méritos daqueles que, por meio desta total entrega, doaram o seu tesouro espiritual à Santíssima Virgem, ou seja, o valor espiritual de todas as suas boas obras.

Em 1917 em Fátima, Nossa Senhora disse aos pastorinhos, após mostrar-lhes o inferno e as numerosas almas que aí caiam: “Muitos se perdem porque não há quem reze e se sacrifique por eles”, ou seja, embora os que se condenam o fazem pela sua própria culpa, se houvesse quem rezasse e se sacrificasse por eles, certamente não se condenariam. Se houvesse quem se importasse com eles, oferecendo orações e sacrifícios pela sua conversão; quem gastasse o seu tempo para ensinar-lhes o caminho de santidade e de salvação, eles não se condenariam.

Todos os dias (ou em todos os momentos) Nossa Senhora  – que é o  “banco” de Deus – recolhe os méritos das orações, boas obras e sacrifícios que lhe são oferecidos pelos seus filhos e escravos de amor e com esses méritos resgata almas que iriam se perder, adquirindo-lhes as graças necessárias para a sua  conversão e o arrependimento ainda antes de morrerem. Mas, se Ela própria nos diz que muitas almas estão se perdendo é porque têm faltado doadores de méritos.

O simples fato de uma pessoa entregar à Santíssima Virgem todos os seus bens espirituais, por meio da Total Consagração, faz com que os merecimentos de suas boas obras alcancem um admirável aumento em seu valor, uma vez que Nossa Senhora purifica as nossas boas obras e as reveste do perfume de suas virtudes antes de oferecê-las a Deus. Desde modo, cresce muito o valor meritório de nossas boas obras (parte pessoal e intransferível), assim como a parte doável de nosso tesouro espiritual, de forma que a Santíssima Virgem passa a ter à sua disposição mais méritos para socorrer os seus filhos, especialmente aqueles que estão para comparecer diante do tribunal de Deus.

Foi por isso que nesta mesma mensagem de Fátima ela acrescentou: “Para salvar as almas dos pobres pecadores, Meu Filho  quer estabelecer no mundo a Devoção ao meu Imaculado Coração”. Pois a Total Consagração ao Imaculado Coração de Maria ou Santa Escravidão de Amor, nos transforma em “doadores de méritos” para a Santíssima Virgem.  Assim sendo, não há melhor maneira de se santificar e ajudar a salvar muitas outras pessoas do que fazendo e propagando por toda parte a Total Consagração à Santíssima Virgem.

A escrita do Tratado da Verdadeira Devoção por São Luís de Montfort abalou profundamente o inferno e fez tremer os demônios. Deus mesmo mostrou em visão ao santo de Montfort toda a revolta, ódio e medo do inimigo infernal, que ante a perspectiva da difusão de uma consagração que levaria ao cumprimento da profecia feita no Antigo Testamento (Gên. 3,15), tentou destruir ou ao menos esconder o Tratado da Verdadeira Devoção. Deus não permitiu que os demônios destruíssem o pequeno livro, mas curiosamente não impediu que o escondesse por 130 anos (1712 – 1842). Satanás e seus sequazes queriam impedir uma maior divulgação desde livro que ensina no que consiste a consagração e a devoção à Santíssima Virgem, bem como sua missão de ajudar a formar, santificar e salvar os que Cristo lhe confiou com filhos (Jo 19, 26) e assim o escondeu no “silêncio de uma arca” afim de que não aparecesse…pois ele bem sabia que por meio desta consagração muitas almas lhe seriam arrancadas, seu reino seria destruído e sua cabeça seria esmagada.

A difusão da Total Consagração em nossos dias possui um significado e um apelo muito mais profundo do que possa parecer à primeira vista. A Total Consagração tem um carácter escatológico, pois faz parte da estratégia de Deus para salvar o seu povo nestes últimos tempos (T.D.V. 110 – 114). O próprio São Luís de Montfort no Tratado da Verdadeira Devoção diz que esta total entrega à Nossa Senhora seria mais necessária sobretudo nestes últimos tempos, devido à grande corrupção no qual este iria se encontrar. De novo Jesus aponta para o seu povo e diz: “Eis aí a tua Mãe”… foi por isso que Nossa Senhora disse que Jesus quer que se estabeleça no mundo a devoção ao Seu Imaculado Coração, pois essa é a Sua estratégia para neutralizar a ação do mal, esmagar a cabeça do inimigo e salvar o seu povo.

Como dizia o grande Papa João Paulo II, referindo-se à Total Consagração: “Esse tesouro não pode ficar escondido”. Por isso devemos fazer o contrário daquilo que o demônio fez e nos esforçarmos para tornar conhecida esta grande consagração que ele tanto esforçou-se para esconder.

Jesus quer que se estabeleça no mundo a Verdadeira Devoção à sua Mãe Santíssima para santificação e salvação do seu povo, pois a profecia diz que a Mulher e sua descendência irão esmagar a cabeça da serpente (Gen. 3,15), uma vez que a Mulher, por ordem e vontade de Deus, ensinará seus filhos a rejeitarem as obras das trevas e a obedecerem os mandamentos de Deus (Ap. 12,17).

É tempo de combate, e a luta é cada vez mais intensa. Há muitas pessoas se perdendo e numerosíssimas almas se condenando… Não podemos ser  indiferentes a essa realidade, pois apesar de nossa insignificância, tornamo-nos “ânsia eterna de almas que esperam”. Por isso nos empenhemos na campanha da difusão da Total Consagração e gritemos ao mundo inteiro: “Ajudem a Salvar almas! Doem seus méritos à Nossa Senhora… Façam-se “escravos por amor!” Consagrem-se!

Nossa determinação e zelo em fazer o que Jesus mandou selará o destino de muitas pessoas. Certamente, o que “fizermos nesta vida ecoará na eternidade”. Quanto vale uma alma?… O que você daria para salvar alguém?… Trabalhemos, pois o tempo está muito abreviado. Aproveitemos as graças proporcionadas nestes dois jubileus e tornemo-nos apóstolos da Total Consagração, para Glória de Deus e salvação das almas. Coloquemos o nosso tempo, nossos bens, nossos dons e nossa vida à disposição de Nossa Senhora e Ela mesma fará o resto. Peçamos a Deus que aumente e purifique em nós o dom da caridade, pois só quem tem um amor autêntico é capaz de se sacrificar pelos outros.

Combatamos na oração e na entrega. Sejamos prontos, pois tempo vale almas!

Pe. Rodrigo Maria,
escravo inútil de Nossa Senhora

Fonte: http://www.padrerodrigomaria.com.br/

História dos três Padres presentes na tragédia do Titanic

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Diante de tantas tragédias que aconteceram naquela noite, a misericórdia de Deus pairava sobre os fiéis presentes naquele navio. Com a ajuda desses padres, enquanto o navio afundava, eles ouviam confissões, convidavam as pessoas a rezar o ato de contrição e a recitação do Rosário.

Tenhamos a mesma coragem e ousadia que esses três padres tiveram de até o fim de suas vidas seguir a Cristo e cuidar de seus irmãos, preocupando-se mais com o próximo que com eles mesmos e sendo fiéis às suas missões até os últimos minutos de suas vidas.

Que exemplo lindo de cristãos, de fé, de missionariedade! Sejamos Cristo, sejamos Luz, para todas as pessoas que encontramos, em todos os lugares, independentemente da situação.

Abaixo, encontra-se um breve resumo da história dos Padres que comoveram e comovem até hoje muitos fiéis com as suas histórias de fé:

Fonte: ACI

“Depois de ter completado 100 anos de naufrágio, Titanic vive cercado de histórias sobre os passageiros que nele estavam. Principalmente dos três sacerdotes que se encontraram no Titanic e ajudaram bravamente os passageiros a subir nos botes salva-vidas e, momentos antes de afundar, acompanharam com os sacramentos e a oração as vítimas do desastre.

Curiosidades dos três Padres presentes na tragédia do Titanic:

Padre Juozas Montvila: sacerdote nascido em 1885 em Lituânia, o mais jovem dos três sacerdotes a bordo do transatlântico, dirigia-se aos Estados Unidos para servir pastoralmente às comunidades de imigrantes lituanos em Nova Iorque ou em Massachusetts. O presbítero foi vedado de exercer seu ministério católico em sua terra natal, em meio da repressão religiosa dos czares russos.

De acordo ao testemunho de sobreviventes, o Pe. Montvila “serviu seu chamado até o fim”, recusando-se a escapar para ajudar outros passageiros a chegar até os botes salva-vidas. O Pe. Montvila considerado um herói em Lituânia.

Padre Joseph Peruschitz: sacerdote beneditino alemão, viajava aos Estados Unidos para assumir o cargo de diretor da escola preparatória dos beneditinos em Collegeville, Minnesota.

Durante a viagem, e à semelhança dos outros dois sacerdotes, o presbítero escutou confissões e celebrou Missa cada dia.

Segundo o testemunho de um sobrevivente que os viu à distância enquanto seu bote se afastava, nos últimos minutos da tragédia, o Pe. Peruschitz junto ao Pe. Thomas Byles dirigiram a reza do Rosário junto às vítimas que tinham ficado a bordo, ao tempo que as ondas chegavam à coberta.

Padre Thomas Byles: ele viajava rumo a América do Norte para presidir o matrimônio de seu irmão, William. No momento da colisão do Titanic contra o iceberg que ocasionou a catástrofe,  Padre Byles se encontrava rezando seu breviário.

Todos os testemunhos dos sobreviventes coincidem em destacar a grande liderança e o valor demonstrado pelo sacerdote britânico.

Às 2:20 da madrugada de 15 de abril, hora em que afundou completamente o navio, o Pe. Byles, rezou o Ato de Contrição junto aos fiéis que permaneciam de joelhos junto a ele, e lhes deu a absolvição geral.

Uma história particular é a do Pe. Francis Browne, que viajou a bordo do Titanic mas como seminarista jesuíta e se livrou da tragédia. Apesar de que um casal de milionários que conheceu no navio se ofereceu a pagar a viagem até Nova Iorque, seu superior ordenou que ele abandonasse a nave no último porto europeu no que se deteve o Titanic, antes de dirigir-se aos Estados Unidos, em South Hampton.

“Saia já dessa nave” dizia claramente o telegrama que recebeu o Pe. Browne e que devido à “Santa obediência”, salvou-se da catástrofe. O sacerdote jesuíta manteve essa nota em sua carteira até o último de seus dias.

Entretanto, durante o pouco tempo que esteve ao interior do Titanic, o então jovem seminarista, aficionado à fotografia, retratou o estilo de vida dos passageiros e a tripulação do transatlântico.

O Pe. Browne serviu logo como capelão das forças irlandesas durante a Primeira Guerra Mundial, demonstrando grande valor e foi recompensado com várias condecorações, entre elas a Cruz Militar.

Percorreu pastoralmente toda a Irlanda e Austrália, fotografando tudo ao seu redor. No momento de sua morte, em 1960, suas imagens chegavam a mais de 40 mil.

O Pe. Edward O’Donnell, companheiro do Pe. Browne, colocou à luz suas fotografias esquecidas e as qualificou como um “equivalente em termos de fotografia ao descobrimento dos manuscritos do mar morto”. ”

Fonte: ACI

Terço da Misericórdia

terco_da_misericordiaEsse terço foi ensinado durante uma visão que Irmã Faustina teve em 13 de setembro de 1935: “Eu vi um anjo, o executor da cólera de Deus, a ponto de atingir a terra. Eu comecei a implorar intensamente a Deus pelo mundo, com palavras que ouvia interiormente. À medida em que assim rezava, vi que o anjo ficava desamparado, e não mais podia executar a justa punição”. No dia seguinte, uma voz interior lhe ensinou essa oração nas contas do rosário.

Mais tarde, Jesus disse a Irmã Faustina:

“Pela recitação desse terço, agrada-Me dar tudo que Me pedem. Quando o recitarem os pecadores empedernidos, encherei suas almas de paz, e a hora da morte deles será feliz. Escreve isso para as almas atribuladas: Quando a alma vê e reconhece a gravidade dos seus pecados, quando se desvenda diante dos seus olhos todo o abismo da miséria em que mergulhou, que não desespere, mas se lance com confiança nos braços da minha misericórdia, como uma criança nos braços da mãe querida. Essas almas têm sobre meu coração misericordioso um direito de precedência. Dize que nenhuma alma que tenha recorrido a Minha misericórdia se decepcionou nem experimentou vexame. Quando rezarem esse terço junto aos agonizantes, Eu me colocarei entre o Pai e a alma agonizante, não como justo Juiz, mas como Salvador misericordioso”.

Oração

Inicie fazendo o sinal da Cruz rezando:

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém

Pai-Nosso…

Ave-Maria…

Creio…

Nas contas do Pai-Nosso, reza-se:

Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e Sangue, a Alma e Divindade de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e do mundo inteiro.

Nas contas das Ave-Marias, reza-se:

Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro. (10 vezes)

Ao fim do terço, reza-se:

Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro. (3vezes)

Amém.

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Muito pior do que a esterilidade física é a esterilidade de nossa fé. O pecado, o mundo e o demônio conseguiram fazer de nós, homens e mulheres, estéreis na fé e na confiança em Deus. É preciso derramar nosso coração diante de Deus.
Infelizmente, somos preguiçosos. Rezamos um pouquinho e achamos que rezamos muito, ora… “Porque, aquele que pede, recebe; e, o que busca, encontra; e, ao que bate, abrir-se-lhe-á.” (Mateus 7:8). A persevarança é uma virtude necessária na vida do cristão.

Todo cristão precisa dessa firmeza, porque o mundo se tornou um deserto de fé e amor. Depois de Pentecostes, os apóstolos pregavam e as pessoas se convertiam e recebiam o derramamento do Espírito Santo. O número de cristãos cresceu de tal forma que somente os apóstolos não eram suficientes para os atender. Surgiram os diáconos, entre os quais Estevão.

O ardor e a força da convicção de Estevão eram tamanhos que abalaram as estruturas do sinédrio. Por causa disso, tinham muita raiva dele. Condenaram e martirizaram Estevão a pedradas, para que não pudesse mais falar. Saulo foi quem carregou o manto daqueles que o apedrejaram. A revanche de Deus foi muito maior: o que Estevão não falou Paulo falou e fez.

Ninguém pode calar nossa boca, nossa fé nem nossa eloquência em proclamar que Jesus Cristo é o Senhor.
Nós, cristãos, precisamos reagir. Depois de terem sido presos, Pedro, João e os demais apóstolos foram proibidos de pregar em nome de Jesus e realizar milagres. Ao voltarem para a comunidade, todos estavam orando. Em vez de aqueles homens ficarem temerosos diante da proibição, eles fizeram uma oração:

?E agora, Senhor, sê atento às suas ameaças, e concede aos teus servos que anunciem a tua Palavra com inteira segurança. Estende, pois, a mão para que se produzam curas, sinais e prodígios pelo nome de Jesus, teu santo servo? (At 4,29-30).
É assim que o Senhor prepara seus valentes guerreiros, os apóstolos de ontem e de hoje. Ontem eram Pedro, João, Estevão e Paulo. Hoje, somos eu e você.
O método é o mesmo: o Senhor põe diante de nós situações concretas, diante das quais precisamos pôr nossa fé em ação.
Não estranhe: se as situações são difíceis, é porque você precisa de um treinamento mais firme de fé.

(Trecho do livro “Combatentes na Fé” de monsenhor Jonas Abib).

Santo do dia: Santo Agostinho.

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1-“Quem confessa os próprios pecados está em harmonia com Deus. Deus acusa teus pecados; se te associas a Deus, destróis o que fizeste para que Deus salve o que ele fez”.

2-“A confissão das más obras é o começo das boas obras. Contribuis para a verdade e consegues chegar à luz”.

3-“Quem não crer que a Igreja lhe perdoa os pecados, a esse não lhe serão perdoados os pecados”.

4-“Todo homem que pensa ser impossível seus pecados lhe serem perdoados, com o seu desespero torna-se pior do que era antes”.

5-“Humildade é a honesta confissão do ser pecador”.

6-“O princípio de nossa purificação é a humilde confissão de nossos pecados”.

7-“A penitência é uma tarefa diária. O homem caminha sem cessar por este mundo cheio de poluição e torna-se praticamente impossível não se contaminar. Quando não de lama, ao menos de poeira”.

8-“Para chegar à ressurreição da graça do Senhor temos de passar primeiro pela crucifixão de nossos pecados na Confissão”.

9-“Quando começas a detestar-te pelo pecado que Deus detesta em ti, começas a amar a Deus como és”.

10-“O pecado é o motivo de tua tristeza. Deixa que a santidade seja o motivo de tua alegria”.

Mateus 6:33

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Nosso Senhor Jesus Cristo, falou sobre “buscar em primeiro lugar o Reino…” que nada mais é, que o primeiro mandamento. (Exodo 20, 2-6). O Senhor deve estar no centro de nossa vida, pois só assim seremos plenamente felizes. Nosso vontade é falha, e ao submeter-se a Deus, e a Sua divina vontade, que é boa, perfeita e agradável. (Romanos 12:2)

Em São Paulo aos Filipenses, “Sei viver na penúria e sei também viver na abundância. Estou acostumados a todas as vicissitudes: a ter fartura e a passar forme, a ter abudância e a padecer necessidade. Tudo posso naquele que me conforta.” (Filipenses 4:12)

Mesmo ao passar em diversas tribulações, São Paulo se manteve firme e focado em seu único objetivo. Diante de tantas adversidades, parece que esquecemos que temos um Deus tão grande, tão maior que nossos problemas, que está sempre disposto as nos confortar e suprir todas as nossas necessidades.
Eu sei, sua vida está complicado, a crise também… Mas adivinha? A maioria das pessoas estão vivendo a mesma situação, e acredite, muitas pessoas não tem metade do que você tem.

Sua dor é grande? Deus é maior. Seus problemas são complicadíssimos? Deus é maior. Você acha que não há luz no fim do túnel? Acredite, Deus quis te dar a mão lá no ínicio, mas você estava com os olhos fixos em seu problema e não olhou para Deus.
O que é sua necessidade diante de Deus? Absolutamente nada.
Somos pequeninos diante da Majestade, temos um Pai Celeste pronto para nos pegar no colo e fazer passar toda essa dor. Mas Ele só fará isso se você confiar nEle e se entregar inteiramente.

Vá, despoje o homem velho e se entregue inteiramente a Deus, pois ele fará maravilhas em sua vida.